Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast.
Uma jornada pra que eu me organize. E pra que você se organize.
Um ato de amor
No dia em que eu morrer, quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações.
Quero livrar quem eu amo da parte burocrática, que costuma aumentar todo o sofrimento.
Quero deixar tudo preparado pra que os meus amores sigam uma vida boa, apesar da minha morte.
Esse será o meu último EU TE AMO.
Porque eu resolvi fazer isso?
Eu lido com essa temática há muitos anos, mas se eu morresse hoje seria um VEXAME, porque não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato. Adiar a solução desse tipo de coisa é comum - mas eu decidi colocar isso em ordem e quero você comigo.
Além de ouvir os episódios da nova temporada do nosso podcast, te convido a entrar no nosso grupo de WhatsApp. Lá a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho- se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50, 100 anos. Você só precisa se inscrever gratuitamente no box roxo.
Você vai sair dessa experiência sabendo o que é ideal e o que é o mínimo pra que tudo fique suficientemente ajeitado.
Como reduzir o sofrimento evitável?
Como reduzir o sofrimento evitável?
Organizar a própria morte não demanda só resoluções práticas: o emocional pode pegar também. É desconfortável, é íntimo e é bem comum termos bastante resistência.
Você vai esbarrar em medo, procrastinação, silêncio, talvez até em conflitos. Eu também.
Por isso, essa não é uma jornada solitária: é COLETIVA.
Todo mundo tem ou já ouviu alguma história de perrengue que surgiu na hora da morte. Um gasto astronômico não planejado, uma discussão com um parente ao pé do leito de alguém querido que tá partindo, um inventário difícil de resolver e MUITA burocracia quando a cabeça tá em outro lugar.
Eu já ouvi muitas histórias e uma coisa se repete: o sofrimento da perda muitas vezes vem acompanhado de um peso prático que poderia ter sido evitado. Essa jornada nasce disso.
Quando alguém morre, o luto não vem sozinho. Vêm junto:
• Decisões urgentes
• Documentos que ninguém sabe onde estão
• Conflitos familiares
• Dúvidas sobre o que a pessoa queria
• Custos inesperados
• Senhas inacessíveis
A dor já é grande.
A desorganização só piora.
E a gente já sabe que dá pra reduzir muito sofrimento evitável.
Organizar a própria morte não demanda só resoluções práticas. O emocional pode pegar também. É desconfortável, é íntimo. A gente costuma ter bastante resistência.
Você vai esbarrar em medo, procrastinação, silêncio, talvez até em conflitos. Eu também.
Por isso, essa não é uma jornada solitária: é coletiva.
Para desviar de dores de cabeça desnecessárias
Todo mundo tem ou já ouviu alguma história de perrengue que surgiu na hora da morte. Um gasto astronômico não planejado, uma discussão com um parente ao pé do leito de alguém querido que tá partindo, um inventário difícil de resolver e muuuuita burocracia quando a cabeça tá em outro lugar.
Eu já ouvi muitas histórias e uma coisa se repete: o sofrimento da perda muitas vezes vem acompanhado de um peso prático que poderia ter sido evitado.
Essa jornada nasce disso.
Quando alguém morre, o luto não vem sozinho.
Vêm junto:
• Decisões urgentes
• Documentos que ninguém sabe onde estão
• Conflitos familiares
• Dúvidas sobre o que a pessoa queria
• Custos inesperados
• Senhas inacessíveis
A dor já é grande.
A desorganização só piora. E a gente já sabe que dá pra reduzir muito sofrimento evitável.
Se você tem 20 ou 30 e poucos anos, talvez ainda nem pense direito sobre isso. Mas, se seus pais estão vivos, você já deve estar reparando que eles tão envelhecendo.
Se você tem uns 55, como eu, ou mais de 60 anos, certamente tem refletido - ou evitado refletir - sobre a própria morte.
E se você tem entre 40 e 60, pode estar se sentindo o recheio de um sanduíche - entre preocupações com o tempo de vida dos seus pais, com o seu tempo de vida, e de como ficam seus filhos.
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
Meu nome é Tom Almeida, sou fundador do Movimento inFINITO, que promove Conversas Sinceras sobre Viver e Morrer. Nos oito capítulos dessa temporada vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
O nosso grupo de WhatsApp começa no dia 22 de abril.
E no seu tocador de podcasts favorito eu chego no dia 12 de maio.
Ouça o trailer da nova temporada do podcast Conversas Sinceras, do Movimento inFINITO.
A morte pode ser uma professora: é ela que dá sentido pra vida. A consciência real da finitude ajuda a gente a recalibrar a rota, passar a vida a limpo e a priorizar sonhos, amores e tudo o que mais faz sentido.
Sobre o Movimento inFINITO
O nosso Movimento inFINITO existe desde 2017. Fazemos comunicação sobre todo o arco da finitude: envelhecimento, adoecimento, Cuidados Paliativos, morte e luto. Acreditamos no poder da transformação social e, por isso, atuamos em diversas frentes: redes sociais, podcasts, videocasts, documentários, cineclubes, eventos, além de articulação política e institucional. Este projeto é fruto da bagagem que adquirimos ao longo de todo este tempo e de todas estas experiências. Conheça @infinito.etc no Instagram.
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