Tom Almeida

Fundador do Movimento inFINITO

Cinco mil pessoas já estão participando e tirando um baita peso das costas! Muitos dos relatos são de alívio, amor e bem-estar. 


Agora entramos em uma nova fase e te queremos junto também! Você é nossa convidada ou nosso convidado para se organizar em nome de quem você ama. 

Por que você deveria fazer a jornada Pra quando eu morrer?


Assim como eu, certamente você também faria de tudo pra reduzir o sofrimento de quem você ama. E, diante da morte, existem sofrimentos que podem ser minimizados ou mesmo zerados. Organizar a própria morte não demanda só resoluções práticas: o emocional pode pegar também. É desconfortável, é íntimo e é bem comum termos bastante resistência.


Você vai esbarrar em medo, procrastinação, silêncio, talvez até em conflitos. Por isso, vamos te entregar a maior quantidade possível de ferramentas para tornar tudo mais fácil.

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Como nasceu a jornada Pra quando eu morrer?


Todo mundo tem ou já ouviu alguma história de perrengue que surgiu na hora da morte. Um gasto astronômico não planejado, uma discussão com um parente ao pé do leito de alguém querido que tá partindo, um inventário difícil de resolver e muita burocracia quando a cabeça está em outro lugar.


Eu já ouvi muitas histórias e uma coisa se repete: o sofrimento da perda muitas vezes vem acompanhado de um peso prático que poderia ter sido evitado. Essa jornada nasceu disso.


Um ato de amor


No dia em que eu morrer, quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Quero livrar quem eu amo da parte burocrática, que costuma aumentar todo o sofrimento. Quero deixar tudo preparado pra que os meus amores sigam uma vida boa, apesar da minha morte.


Esse será o meu último EU TE AMO.


Porque eu resolvi fazer isso?


Eu lido com essa temática há muitos anos, mas até poucos meses atrás eu não tinha praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.


Organizar tudo isso sozinho é difícil e também pode ser bem chato. Adiar a solução desse tipo de coisa é comum - mas eu decidi colocar isso em ordem junto com um monte de gente. Eu convidei e cinco mil pessoas toparam. Assim, a jornada fica mais leve para todos.


Você vai sair dessa experiência sabendo o que é ideal e o que é o mínimo pra que tudo fique suficientemente ajeitado.


Quando alguém morre, o luto não vem sozinho. Vêm junto:


• Decisões urgentes

• Documentos que ninguém sabe onde estão

• Conflitos familiares

• Dúvidas sobre o que a pessoa queria

• Custos inesperados

• Senhas inacessíveis


A dor já é grande.

A desorganização só piora.

E a gente já sabe que dá pra reduzir muito sofrimento evitável.




Se você tem 20 ou 30 e poucos anos, talvez ainda nem pense direito sobre isso. Mas, se seus pais estão vivos, você já deve estar reparando que eles tão envelhecendo. 


Se você tem uns 55, como eu, ou mais de 60 anos, certamente tem refletido - ou evitado refletir - sobre a própria morte. 


E se você tem entre 40 e 60, pode estar se sentindo o recheio de um sanduíche - entre preocupações com o tempo de vida dos seus pais, com o seu tempo de vida, e de como ficam seus filhos. 


A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.



Meu nome é Tom Almeida, sou fundador do Movimento inFINITO, que promove Conversas Sinceras sobre Viver e Morrer. Eu tenho 55 anos, estou saudável, mas decidi me preparar pra morrer. Isso é um ato de amor.


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A morte pode ser uma professora: é ela que dá sentido pra vida. A consciência real da finitude ajuda a gente a recalibrar a rota, passar a vida a limpo e a priorizar sonhos, amores e tudo o que mais faz sentido.

FICHA TÉCNICA


Pra quando eu morrer


Idealização e apresentação: Tom Almeida

Estruturação de projeto: Flávio Vieira 

Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio

Criação de conceito visual: Marcela Street

Direção de arte e distribuição: Maju Almeida

Ensaio fotográfico: Bruna Albino

Produção: Gabriela Ferigato

Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves

Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions

Estratégia de Mídia: Ellien Saccaro

Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros  

Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital 

Apoio: Instituto Olga Rabinovich 



Sobre o Movimento inFINITO


O nosso Movimento inFINITO existe desde 2018. Fazemos comunicação sobre todo o arco da finitude: envelhecimento, adoecimento, Cuidados Paliativos, morte e luto. Acreditamos no poder da transformação social e, por isso, atuamos em diversas frentes: redes sociais, podcasts, videocasts, documentários, cineclubes, eventos, além de articulação política e institucional. Este projeto é fruto da bagagem que adquirimos ao longo de todo este tempo e de todas estas experiências. Conheça @infinito.etc no Instagram.

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